O CURSO

Nosso método é uma viagem
pela cultura de nossos professores

DIFERENCIAL

Abraço Cultural utiliza um método inovador de ensino em idiomas e material didático próprio. Nossa ideia é aprender através da cultura do professor. Queremos que o aluno se aproxime de diversas culturas e aprenda uma língua de uma forma mais completa. Que tal aprender árabe escutando uma contadora de histórias? Ou espanhol, com um grupo de música tradicional cubana? Que tal aprender francês enquanto aprende também um pouco mais da riqueza do continente africano? É isso que queremos proporcionar. No Abraço Cultural, o aluno terá aulas regulares focadas no idioma duas vezes por semana. E periodicamente, todos os alunos são convidados para um workshop de tradições, que pode envolver culinária, dança, literatura, cinema, curiosidades, política e história de um país tema da semana. Com o Abraço Cultural você poderá aprender os seguintes idiomas:

PROFESSORES

Aqui você pode conhecer um pouco mais a história de alguns de nossos professores.

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Alphonse, 29 anos, é Congolês e um dos professores de inglês. Nosso príncipe – afinal seu sobrenome significa filho do rei – veio da República Democrática do Congo há três anos e logo trouxe duas irmãs e o primo. Hoje, além dos três, mora com eles a sobrinha de dois anos.

Alphonse é de uma família de 9 irmãos, nasceu na região do Lago Kivu, fronteira do Congo com Ruanda e Uganda, palco de muitos conflitos pelas pedras preciosas e ouro. Fugindo da guerra, a família seguiu para Lubumbashi. A perseguição política aos estudantes e a situação econômica do Congo, foram os motivos que o fizeram deixar o pais.

Estudou Letras em uma universidade americana, cuja língua oficial era o inglês e a maioria dos professores era dos EUA. Diferentemente do Brasil, no Congo não existe educação gratuita. Apesar de ser formado em letras, quando chegou ao Brasil decidiu estudar engenharia. Terminou recentemente um curso técnico em mecatrônica e, além de ministrar aulas de inglês e francês, também trabalha em uma assistência técnica de aparelhos da Sony.

Uma das formas que Alphonse e sua família usam para matar as saudades da terrinha é assistindo a vídeos de música no youtube. Ente os ritmos que escutam estão rumba e house, que são bem diferentes do que entendemos no Brasil por estes nomes.

Geneviève, 32 anos, é haitiana e chegou ao Brasil em junho de 2015 depois de um período de 6 meses no Equador esperando o visto brasileiro. Era professora de educação infantil em seu país natal e continuou ministrando aulas, como voluntária após o terremoto.

Veio sozinha e conseguiu ajuda na Igreja da Liberdade. Tem um filho de 13 anos que mora com o pai nos EUA, mas se vêem todos os anos e seu irmão e sua mãe continuam no Haiti.

Caminhou da Liberdade até o Pacaembú para a entrevista no Abraço Cultural, local que lhe garantiu independência e permitiu que ela continuasse fazendo o que ama. É também uma excelente cantora e gosta de contar histórias tradicionais do Haiti.

Sírio de Damasco, Mohamad chegou ao Brasil em 2014. Veio para o cá na esperança de que poderia comprar uma passagem para a Europa e pedir refúgio na chegada. No entanto, a realidade é que as empresas aéreas não estavam vendendo passagens para sírios sem visto e foi assim que Mohamad resolveu ficar.

Apesar de ser uma pessoa carismática e alegre, a história de Mohamad não foi fácil. Diretor de Arte, tinha seu próprio estúdio de animação quando a revolução chegou. Sua noiva, que era engajada politicamente, foi sequestrada e todos do seu círculo de amigos e colegas passou a ser procurado. Assim, Mohamad foi para Dubai, enquanto sua mãe foi viver no Egito com a filha que já morava no país. Em Dubai não foi difícil conseguir emprego, no entanto não era dado visto de permanência para sírios. De lá seguiu para o Líbano, onde morou por dois anos trabalhando para um canal de televisão.

Aqui no Brasil há um ano, ainda não fala português, mas super talentoso e dedicado, já encontrou trabalho na sua área e faz até voluntariado. Trabalha no Estúdio Birdo – www.birdo.com.br – fazendo animações no horário comercial, à noite estuda português no Adus e presta trabalho voluntário no Instituto Gênesis*, ensinando inglês para brasileiros. Nos fins de semana, dá aula de inglês no Abraço Cultural.

Mohamad tem muito apreço pelo povo brasileiro. Diz que o governo não ajuda, mas o povo compensa tudo. Considera seu trabalho voluntário uma forma de retribuir o carinho que recebeu no país. Como outros imigrantes, chegou no aeroporto sem nenhuma referência. Conheceu dois sírios no voo e foi com eles para um hotel em Guarulhos, onde ficaram 10 dias. De lá, os três seguiram para uma pensão no bairro do Ipiranga onde moram com outras 17 pessoas, entre brasileiros e estrangeiros.
Há quatro anos Mohamad não vê sua família e não há previsão para isso ocorrer já que o Egito tem cobrado taxas altas para visto de sírios como uma forma legal para evitar a entrada de imigrantes indesejados.

Você pode ainda conferir o trabalho do Mohamad. Seu portfólio está disponível aqui e uma de suas animações está disponível no Youtube.

*Instituto Gênesis é uma organização da Igreja Adventista que oferece cursos gratuitos ministrados por voluntários.

UNIDADES

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São Paulo

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